Enfim um fim, um fim para o que vim e vou, vou a voar sem o vento e vou sem asas o imaginar em brisas quentes que idolatro vertente, estou no ar a consumar meu fim onde pousar, repousas nas nuvens ao saber das flores e aromas em todas cores..., o brilho nas alturas sem torturas não se esconde, nas nuvens dentre os meios sem conselheiros de fios em teadas tramas da consistência desta volúpia que abrupta vertendo dentre as rochas que se fazem com o calor intenso brilhar estrelas, se esvaem em alegrar o céu retirando seu véu a conceder o concebido em próprio libido sem o constrangido tangido do mendigo sangue nas vértices das linhas para o fim do papel das palavras!!!!